Recentemente divulgada, a pesquisa elaborada pela Mercer mostrou que há uma contradição entre a satisfação do jovem com seus empregos e a vontade de mudar
O estudo denominado Inside
Employees Minds foi realizado entre o último trimestre de 2010 e o segundo
trimestre de 2011 com cerca de 300 mil profissionais de empresas de 17 países
entre a Europa, a Ásia e a América e separou os jovens em duas faixas etárias,
a primeira de
Por um lado, ao comparar com profissionais de todas as faixas etárias, os jovens das duas faixas, se mostram mais satisfeitos com as organizações e com seus empregos a ponto de recomendarem as empresas em que trabalham, apesar de pensarem em mudar de emprego.
No Brasil
Os jovens brasileiros também estão mais propensos a mudar de emprego, mas não em grande número. Apenas 4% dos brasileiros entre 16 e 24 anos pensa em mudar de empresa, enquanto na Argentina esse percentual aumenta para 21%.
Em outros países como os Estados Unidos, Itália, Austrália e Índia, os jovens nessa mesma faixa etária estão 12%, 12%, 14% e 12% mais inclinados a mudar de emprego.
Segundo Patrick Gilbert, consultor da Mercer, essa geração tem uma ideia bem diferente de trabalho do que os mais velhos. "Eles vêem o trabalho como uma relação de troca mutuamente benéfica com os seus empregadores e, quando essa relação para de funcionar para eles, eles seguem em frente".
Ele ainda destaca que os jovens não nutrem um sentimento de fidelidade com as empresas que trabalham e nem têm expectativas de emprego a longo prazo. "Sua lealdade primordial é com eles mesmos e com suas carreiras, e isso tem sérias implicações na forma com que os empregadores retêm essa geração de trabalhadores em suas empresas".
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