DESIGN PELO BEM DO MEIO AMBIENTE
Novas técnicas de reaproveitamento de materiais de demolição aguçam a
criatividade dos profissionais, além de ajudarem na preservação do meio
ambiente
Com o aquecimento global em alta, a ordem do momento é reduzir emissão de poluentes, economizar recursos naturais e reaproveitar tudo o que for possível.
No caso do design de interiores não poderia ser diferente; a moda é aproveitar tudo que for possível de uma demolição.
Há ambientes que aproveitam até as paredes para diferenciar o clima do local e remeter à arquitetura mais antiga.
O recurso mais utilizado é a madeira. Peças mortas de árvores como cerejeira são reaproveitadas. Antes elas tinham um destino certo: o lixo.
Essas peças nas mãos de designers se tornam móveis, mesas, bancos e até mesmo piso. Tudo aquilo que a imaginação desses, digamos, artistas permitir.
Mas para se tornar um bom designer e ser bem aceito no mercado de trabalho, não basta apenas a criatividade e a vasta opção de recursos para serem reaproveitados. É necessário que o profissional que almeja se tornar um designer conceituado invista pesado em educação e qualificação, afinal, é através disso que ele terá um forte embasamento teórico em história da arte para entender a evolução dela e compreender também os movimentos que a acompanharam e a mudaram tanto ao longo dos anos.
Para isto, a UGF, atenta as novas tendências oferecidas pelo mercado de trabalho, oferece um novo curso neste segundo semestre de 2011. Inovadora, a Pós Graduação em Design de Interiores conta com disciplinas que abordam desde a História e Cultura da Arte até Gestão e Marketing no Design de Interiores. Todas ministradas por profissionais renomados no cenário acadêmico.
Com certeza, essa grade curricular proposta pela UGF proporcionará ao aluno conhecimentos necessários para iniciar com responsabilidade e criatividade a carreira de designer, levando em consideração o reaproveitamento de recursos para desenvolver ambientes mais sustentáveis.