Língua Portuguesa: Reforma Ortográfica
Para uma boa escrita é necessário o exercício diário, acompanhado da leitura.
Ler ajuda no enriquecimento do vocabulário e isso contribui na qualidade de textos que não apresentam termos repetidos e uma melhor explanação no conteúdo.
O ato da escrita favorece a disseminação do conhecimento e da informação, e o nosso idioma tem passado por algumas transformações.
A Reforma Ortográfica apresenta um período de transição até dezembro de 2012, no qual ainda serão aceitas as duas formas de escrita: a nova e antiga. Seu surgimento veio de acordo com o decreto assinado pelo ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva iniciado em 1º de janeiro de 2009.
Suas principais mudanças contemplam:
- Alfabeto: Acrescido três letras K, W e Y totalizando 26 letras.
- Trema: Não aparece mais nas palavras
- Hífen: Seu uso desaparece nos casos que o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente (aeroespacial).
Quando a segunda letra começar com s ou r, as consoantes serão duplicadas (contrarrega).
- Acentuação:
Não será usado o acento agudo no u forte (gue, gui,que, qui), de verbos como apaziguar e enxaguar:
O acento referencial não será mais usado, que tem como função identificar os timbres como: pêlo - pelo/ pólo- pólo.
Não será usado o acento no i ou u que sinalizam força depois do ditongo, em paroxítonas (bocaiúva - bocaiuva).
O acento circunflexo não será mais usado em palavras terminadas em: êem e ôo ou ôos (enjôo - enjoo/ vêem - veem)
O acento dos ditongos não será mais usado (em casos de duas vogais da mesma sílaba) éi e ói de palavras paraxítonas ( Coréia- Coreia/ paranóia- paranóia/ jóia- joia).
A simplificação de algumas regras ortográficas refere-se a um
dos pontos que tornaria essa mudança positiva, em contrapartida todos que já
estão adaptadas a antiga ortografia terão que se adaptar as novas regras.