Unidade de Gestão e Formação

Procure seu curso:

Pós-Graduação

Extensão

Presencial | A Distância

0300 10 10 10 1
Busca Rápida

GLOSSÁRIO AMBIENTAL – PARTE IV - Professora Adriana Ornelas

24/05/2011

GLOSSÁRIO AMBIENTAL – PARTE IV

VAMOS FAZER A NOSSA PARTE!

Professora Adriana Ornelas

 

 

            Cuidar do meio ambiente e saber a respeito de tudo que possa prejudicá-lo é dever de toda a sociedade.

            Preocupada com isso, a UGF recebeu da professora Adriana Ornelas um glossário completo, para que possamos entender melhor todas as situações que envolvem a questão ambiental.

            Semanalmente você terá acesso ao Glossário, que está dividido em 5 partes. Confira!

 

Radioatividade: características de alguns átomos instáveis como o urânio e o césio, de se transformarem em outros elementos através da expulsão de partículas ou raio do núcleo, com liberação de energia. A radiação pode causar mutações e outros danos, como câncer e morte aos organismos que a ela ficam expostos. Entretanto, a radioatividade pode ser benéfica em algumas situações em que é controlada, como mutações para melhoramento genético de algumas plantas, na esterilização de material, na esterilização de insetos e na medicina, para eliminar algumas formas de tumores cancerígenos.

 

Reciclagem: Material usado, que retorna como matéria-prima; reaproveitamento.

 

Reflorestamento: processo que consiste no replantio de árvores em áreas que anteriormente eram ocupadas por florestas.

 

Reserva biológica: unidade de conservação visando a proteção dos recursos naturais para fins científicos e educacionais. Possui ecossistemas ou espécies da flora e fauna de importância científica. Em geral não comportam acesso ao público, não possuindo normalmente belezas cênicas significativas ou valores recreativos. Seu tamanho é determinado pela área requerida para os objetivos científicos a que se propõe, garantindo sua proteção.

 

Reserva da biosfera: o programa do Homem e Biosfera, das Nações Unidas, iniciou um projeto de estabelecimento de reservas da biosfera em 1970. Estas reservas devem incluir: amostras de biomas naturais; comunidades únicas ou áreas naturais de excepcional interesse; exemplos de uso harmonioso da terra; exemplos de ecossistemas modificados ou degradados, onde seja possível uma restauração a condições mais naturais. Uma reserva da biosfera pode incluir unidades de conservação como parques nacionais ou reservas biológicas.

 

Reserva do patrimônio mundial: a Conservação Internacional para a Proteção do Patrimônio Cultural (Unesco-1972) prevê a designação de áreas de valor universal como reserva do patrimônio mundial. Essas reservas devem preencher um ou mais dos seguintes critérios: conter exemplos significativos dos principais estágios da evolução da Terra; conter exemplos significativos de processos geológicos, evolução biológica e interação humana com o ambiente natural; conter únicos, raros ou superlativos fenômenos naturais, formações de excepcional beleza; conter habitats onde populações de espécies raras ou ameaçadas de extinção possam ainda sobreviver.

 

Reserva ecológica: unidade de conservação que tem por finalidade a preservação de ecossistemas naturais de importância fundamental para o equilíbrio ecológico.

 

Reserva extrativista- esse tipo de unidade de conservação surgiu a partir da proposta do seringalista e líder sindical Chico Mendes, assassinado em dezembro de 1989. As reservas extrativistas são espaços destinados à exploração auto-sustentável e conservação dos recursos naturais renováveis por uma população com tradição extrativista, como os seringueiros, por exemplo, baseada na experiência do extrativismo do látex na região de Xapuri, Acre.. O projeto de assentamento extrativista se materializa pela concessão de uso de áreas com potencial a populações que se ocupam ou venham a se ocupar do extrativismo de forma economicamente viável e ecologicamente sustentável.

 

Reserva indígena: área caracterizada por possuir sociedades indígenas. Geralmente, as reservas indígenas são isoladas e remotas e podem manter sua inacessibilidade por um longo período de tempo. Os objetivos de manejo são proporcionar o modo de vida de sociedades que vivem em harmonia e em dependência do meio ambiente, evitando um distúrbio pela moderna tecnologia e, em segundo plano, realizar pesquisas sobre a evolução do homem e sua interação com a terra.

 

Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN): área de domínio privado onde, em caráter de perpetuidade, são identificadas condições naturais primitivas, semi-primitivas, recuperadas ou cujo valor justifique ações de recuperação destinadas à manutenção, parcial ou integral, da paisagem, do ciclo biológico de espécies da fauna e da flora nativas ou migratórias e dos recursos naturais físicos, devidamente registrada. Áreas consideradas de notável valor paisagístico, cênico e ecológico que merecem ser preservadas e conservadas às gerações futuras, abrigadas da ganância e da sanha predadora incontrolável dos destruidores do meio ambiente. Esta categoria de unidade de conservação foi criada pelo Decreto nº. 98.914, de 31 de janeiro de 1990. Compete, contudo, ao IBAMA, reconhecer e registrar a reserva particular do patrimônio natural, após análise do requerimento e dos documentos apresentados pelo interessado. O proprietário titular gozará de benefícios, tais como isenção do Imposto Territorial Rural sobre a área preservada, além do apoio e orientação do IBAMA e de outras entidades governamentais ou privadas para o exercício da fiscalização e monitoramento das atividades desenvolvidas na reserva.

 

Resíduos Sólidos: “Qualquer material resultante de atividade humana, descartado ou rejeitado por ser considerado inútil ou sem valor. Pode estar em estado sólido ou semi-sólido e ser classificado de acordo com sua composição química (orgânico e inorgânico), sua fonte geradora (residencial, comercial, industrial, agrícola, de serviços de saúde, etc.) e seus riscos potenciais ao ambiente (perigoso, inerte e não inerte).” (TRIGUEIRO, pg. 361, 2003).

 

RIMA: sigla do Relatório de Impacto do Meio Ambiente. É feito com base nas informações do AIA (EIA) e é obrigatório para o licenciamento de atividades modificadoras do meio ambiente, tais como construção de estradas, metrôs, ferrovias, aeroportos, portos, assentamentos urbanos, mineração, construção de usinas de geração de eletricidade e suas linhas de transmissão, aterros sanitários, complexos industriais e agrícolas, exploração econômica de madeira, etc.

 

Clique e confira o glossário parte I:

http://www.posugf.com.br/cursos/noticia/426/glossario-ambiental-parte-i-professora-adriana-ornelas.html

 

Clique e confira o glossário parte II:

http://www.posugf.com.br/cursos/noticia/433/glossario-ambiental-parte-ii-professora-adriana-ornelas.html

 

Clique e confira o glossário parte III:

http://www.posugf.com.br/cursos/noticia/447/glossario-ambiental-parte-iii-professora-adriana-ornelas.html

 

 

Data da notícia: 24/05/2011

Depto. Comunicação




» Todas as notícias

Notícias Relacionadas






Cursos por Cidade






Nuvem de Tags

Gama Social - Redes Sociais Phorte TV
Unidade de Gestão e Formação |
| .Contato: academico@posugf.com.br