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Workaholic ou Worklover - Mal ou Bem?

13/09/2011

WORKAHOLIC ou WORKLOVER - MAL OU BEM? 

   Atualmente vemos muitos termos assimilados em nossa língua portuguesa, os chamados estrangeirismos, que são capazes de reproduzir melhor seu significado numa única palavra.

   Sempre tive muita dificuldade de me definir como profissional. Não sei se pela área de atuação que eu escolhi, ou pela falta de divulgação e conhecimento da ciência que me apaixonou, a Psicomotricidade.

   Muitas foram as vezes que fui rotulada como perfeccionista, neurótica e até mesmo excluída de meios sociais que abominam o batente e vivem unicamente pelo lazer. Hoje sou chamada de Workaholic (viciada em trabalho) e vivem me alertando para que eu me cuide, pois ficarei doente e envelhecerei rapidamente; como se o que me fascina me fizesse mal, me tornasse uma doente.

   Há pouco tempo li um artigo que me identificou: SOU WORKLOVER (apaixonada pelo trabalho).

   Sei lidar com as dificuldades do dia a dia, tenho criatividade e sou produtiva ao resolver problemas. Posso achar meios de solucionar conflitos e posso muito bem administrar meu tempo. Afinal, trabalhar no que se gosta não é deixar de ser apaixonado pela família ou pela vida.

   Ser WORKLOVER é ser produtivo, é ter harmonia nas emoções, intelecto, espírito e corpo físico. É SER FELIZ, mesmo numa sociedade onde os valores estão invertidos, pois o ócio não é sinônimo de bem estar.

   Estar em aprendizagem contínua, ser curiosa com novos saberes e se envolver com novos desafios é alimento para o cérebro.

   Há um pensamento Zen que expressa com perfeição essa forma de vida, tanto no seu aspecto prático como no seu estado de espírito: Aquele que é mestre na arte de viver faz pouca distinção entre seu trabalho e o tempo livre, entre sua mente e o seu corpo, entre sua educação e a sua recreação, entre o seu amor e a religião. Distingue uma coisa da outra com dificuldade. Almeja simplesmente a excelência em qualquer coisa que faça, deixando aos demais a tarefa de decidir se está trabalhando ou se divertindo. Ele acredita que está sempre fazendo as duas coisas ao mesmo tempo.

Cacilda Gonçalves Velasco

Professora, Pedagoga e Psicomotricista




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